Lançamentos V

O indomável arqueólogo está de volta, agora em sua primeira série mensal. Lançada no início da década de 1980 pela Marvel, a revista As Novas Aventuras de Indiana Jones (The Further Adventures of Indiana Jones) trazia aventuras inéditas e espetaculares, sempre com artistas renomados da casa das ideias. Nesta edição de estreia, a primeira parte da já clássica Os Ícones de Ikammanen, dos mestres John Byrne e Terry Austin, que fez a alegria de muita gente quando foi publicada no gibi do Capitão América em formatinho trocentos anos atrás. Sim, eu vivi essa época.

 Tradução
Zealfie27
Adaptação e letras
Johnny Who

https://www.mediafire.com/file/49t38v87svarcts/As%20Novas%20Aventuras%20de%20Indiana%20Jones%2301%28Gibiscuits%20e%20Centurions%29.cbr
Quando comecei a ler scans, sei lá há quanto tempo, American Flagg! era a mola que me movia para descobrir o que acontecia nas "misteriosas" revistas que saíam lá fora e que a gente só ouvia falar vagamente aqui no Brasil naqueles tempos jurássicos, antes da internet se popularizar. Dessa forma eu tive contato com diversas outras publicações. Uma delas foi justamente Nexus. Há muito que eu poderia falar sobre Nexus, mas pouco sem estragar as surpresas. Sou péssimo com essa coisa de spoilers. Creio que basta dizer que li duas vezes, em inglês, as quase 90 edições dos Volumes 01 e 02 (o Volume 03 já seria a fase Dark Horse). Sim, eu gostei demais e acho que vocês vão gostar também.
Este Volume 01 tem algumas peculiaridades: Nexus começou na extinta Capital Comics, e foi lançada em uma minissérie em três edições em formato magazine (como as revistas MAD e Conan, por exemplo). Na sequência, ainda na própria Capital, iniciou-se o Volume 02, em cores, mas a Capital encerrou atividades na #06 de Nexus — e a partir da #07 passou a ser lançado pela First Comics.
Bom, este volume é em preto e branco, ainda incipiente mas repleto de possibilidades. Mike Baron, na sua melhor obra; Steve Rude, começando a moldar o estilo tão próprio que o distingue; capa de Paul Gulacy, de Mestre do Kung Fu e tantas coisas bacanas; e edição de Richard Bruning que, pouco depois, viria a se tornar marido de Karen Berger, a grande mente por trás da Vertigo no seu auge. Bruning também foi responsável pela direção de arte da Vertigo (e de várias capas marcantes como as de Sandman - Teatro do Mistério e Chiaroscuro, ambas lançadas com o selo Gibiscuits!) durante alguns anos.
Chega de papo. Aproveitem o início da lenda de Nexus. Boa leitura!

Produzido por Skætos



Scan: Sabino

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